*Para ler ouvindo Zeca Baleiro – Salão de Beleza.

Muitos anos se passaram desde que fui apresentado à criatividade sem fim de Zeca Baleiro… 1997? 98? Pouco importa… Hoje, pela primeira vez, verei seu show. Triste ser na Ópera de Arame… Acho ruim ver qualquer coisa lá.

Assisti Perfume… Bom, muito bom… só a mudança radical para o surrealismo na última meia hora do filme choca um pouco pelo contraste com o resto. Vale? Sim, vale… dá vontade de sentir cada um dos cheiros que Jean-Baptiste sente. Sem falar na idéia, logo no começo do filme de que as palavras não são suficientes pra descrever os cheiros que ele sente…

Dei uma organizada em algumas coisas hoje pela manhã. Depois fomos eu e renata almoçar com a mãe na Assados & Cia. – costela e carneiro.

Atualizei minhas listas. A nova tem 10 vozes que são capazes de mudar meu dia.

Amanhã vou na FPF para ver como funciona exatamente para ser um árbitro de futebol. Acho que pode ser divertido. Além de eu me obrigar a me manter em forma.

O dia está quente. Abafado. E agora começa a cair uma chuvinha daquelas que só serve pra dar uma sensação de cozimento… Chega outono de uma vez! Quero uma manhã fria e de céu azul onde tudo parece funcionar melhor.

2 imagens hoje. A primeira já apareceu na casa velha e volta a pedidos de Maria, a segunda fiz ontem.

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Não sei o que me acontece que tenho acordado mais cansado do que estou na hora em que vou dormir.

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~ por Rui Bittencourt em janeiro 28, 2007.

Uma resposta to “”

  1. diretamente de miríades, maria sorri e agradece o pedido realizado, enfim, “(trans)lúcida” exposta na parede da nova casa, aproveita e elogia a segunda que, enxeridamente, batizou de “belle de jour”. para completar o período sem noção deixa para o menino, que sonha ser diógenes, um pouco de palavras roubadas:

    “não só quem nos odeia ou nos inveja
    nos limita e oprime; quem nos ama
    não menos nos limita.
    que os deuses me concedam que, despido
    de afetos, tenha a fria liberdade
    dos píncaros sem nada.
    quem quer pouco, tem tudo: quem quer nada
    é livre; quem não tem, e não deseja,
    homem, é igual aos deuses.”

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