•junho 9, 2007 • Deixe um comentário

Casa Nova!

Siga-me! 

•junho 7, 2007 • 1 Comentário

*Para ler ouvindo Speechless – Cibo Matto

A pedido da Bia hoje fomos ao MON.
Muito boa mesmo a instalação Revolver.
Julio Dojcsar, Jum Nakao e Kiko Araujo.
Primeiro fotos de bonecas e de modelos vestindo a mesma roupa.
Simulação. Simulacro.
Depois, já no salão princiopal, um painel enorme projeta imagens de dentro de uma maquete do museu.
Na maquete, ao vivo, ratos roem a roupa das bonecas.
Na verdade, roem inclusive as bonecas.
O rato roeu a roupa do rei de Roma.
O rei está nu.
Atrás do painel, ‘produtos de limpeza’ com cores lindas e ratos nos rótulos.
‘Qualquer produto R$199,00’.
O MON acaba com qualquer argumento de quem diz que cultura é artigo de luxo.
Entrada a R$4,00.
Meia a R$2,00.
Sejamos francos. Só não vai quem não quer.
Isso sem falar que o primeiro domingo do mês é free!
Fotos.

‘Noite!

•junho 4, 2007 • 3 Comentários

*Para ler ouvindo Film D’Horreur – Stereo Total

‘Depois que as últimas chuvas passaram, e só ficou o vento que as varreu, regressou aos montões da cidade a alegria do sol certo e apareceu muita roupa branca pendurada a saltar nas cordas esticadas por paus médios nas janelas altas dos prédios de todas as cores.’

Muito bom, né? Pessoa. Quanto mais leio, mais gosto.

Peguei pra ler ‘O Livro das Idéias’.
Tipo de coisa que me diverte, um monte de definições superficiais sobre assuntos profundos.
É mais ou menos como ler a Super. Depois você vai se obrigar a ler mais sobre as coisas interessantes.
No verbete Liberdade tem uma frase do Orwell da introdução do Revolução dos Bichos:
Se liberdade significa alguma coisa, significa o direito de dizer aos outros o que eles não querem ouvir.’
Hahaha…

Sobre o vestibular de ontem, cansativo. Não digo que era difícil. Mas cansou.
Resultado dia 11, segunda-feira.
Voltar na Unibrasil foi estranho. Não consegui definir se foi bom ou ruim, mas trouxe uma daquelas famosas sensações-sem-nome.

Ah! Quase esqueço de comentar. Abri hoje o UOL pra ler as notícias como toda manhã faço. O que tinha de diferente lá? O clipe novo dos Faichecleres na primeira página, com destaque! Alice D e uma entrevista muito louca do Jupiter na Bizz
Juro que não achava que fosse viver pra ver esse tipo de coisa. Mais um pouco e vamos acabar assistindo um Globo Repórter sobre o bom róque que se faz no sul…

Estou tentando acordar (e levantar) a tempo de ir até o Jardim Botânico fotografar uma manhã gelada, mas está difícil. Haha… Vamos ver se amanhã rola.
Como hoje não fui, fica uma tirinha da Folha.

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Hehe… ‘Noite.

•junho 3, 2007 • 1 Comentário

*Para ler ouvindo Amigo Punk – Graforréia Xilarmônica

Amigo Punk
Escuta esse meu desabafo…

Isso não é uma música comum. É um hino.
E os loucos tocaram 2 vezes ontem lá no Porão.
Coisa pra emocionar…
Tocaram também todas as outras músicas que eu esperava ouvir lá.
Baby, Eu gostaria de matar os dois, Eu digo sete…
Até Benga Minueto!
Pulei, cantei, gritei…
Acabou às 4 da manhã. Cansativo.
Mas já eram 12 anos sem Graforréia em Curitiba.
1995.
Mais ou menos a época em que ouvi pela primeira vez Empregada.

Terminando a aula de bateria o Renê (Bernunça) pergunta:
-Já ouviu isso aqui? Muito louco! Os caras fazem música sobre a empregada e sobre um rancho…
-Não. nunca ouvi.
-Leva o CD (Coisa de louco II), depois você me devolve.

Aulas de bateria que valiam muito mais que aprender partitura.

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Mestres dos mestres.
Semana que vem tem Jupiter Maçã.
Só faltou o Repolho.

•junho 2, 2007 • 1 Comentário

*Para ler ouvindo Mini Punk – Pelebrói Não Sei?

Dois dias seguidos no Arrumadinho da Marechal.
Quinta aniversário da srta. Maria!
Sexta comemoração da Ferdis!

Sábado? Acordei, me inscrevi no vestibular que vou fazer amanhã, passei na loja dar um oi pra mãe e aproveitei a temperatura entre 18° e 20° e o céu azul aquarelado por algumas nuvens pra seguir minha viagem pela Curitribo.

Li o relato de viagem que o sr. Auguste de Saint-Hilaire escreveu por ocasião de sua passagem por essas terras em meados do século XIX.
A cidade tem uma forma quase circular e se compõe de 220 casas, pequenas e cobertas de telhas, quase todas de um só pavimento, sendo, porém, um grande número delas feitas de pedra. Todas as casas, como ocorre em Minas e Goiás, possuem o seu quintal, mas não são bananeiras, mamoeiros ou cafeeiros que se vêem ali, e sim, macieiras, pessegueiros e outras árvores frutíferas européias.
Saint-Hilaire passou 9 dias em Curitiba. Parece ter sido muito bem recebido e elogia muito o lugar e seus habitantes.
Divertidíssimo o fato de ele comentar que no primeiro dia de sua viagem para o litoral, após sair de Curitiba atravessou verdes pastagens e passou a noite em um lugar chamado Bacacheri. Haha…

Hoje fui até o Bosque Alemão. A cidade que deveria ser para todos.
Ué?
Mas o Bosque não é aberto?
É. Mas quantas pessoas sabem o que tem lá?
O lugar é um dos mais tranqüilos da cidade.
Na parte de baixo, uma homenagem aos imigrantes alemães.
Na parte de cima 3 outras homenagens.
O Oratório Bach
A Torre dos Filósofos – Destinada à observação da natureza e da Cidade é homenagem de Curitiba a todos os que se dedicam à escalada do pensamento às vertigens do espírito dentro da tradição da antiga filosofia alemã formulada por Kant, Hegel, Nietzsche, Luther, Arendt e tantos outros.
E por último, a Trilha João e Maria, homenagem aos irmãos Grimm. Uma trilha no meio da mata fechada, como a da história. Que tem aquele ar frio e úmido de onde o sol não costuma chegar. A trilha termina na casa da bruxa, uma biblioteca muito, muito legal mesmo…

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Hoje tem Coxa X São Caetano. Bem provável que eu vá.
E bem mais tarde tem Graforréia Xilarmônica!

Fui!

•maio 29, 2007 • 1 Comentário

*Para ler ouvindo Scudenga – Boi Mamão.

Bem… bem… bem…
Mais uma do sr. Chávez.
A RCTV, que lhe fazia oposição está fora do ar.
O que pode ser mais triste que um meio de comunicação ser desativado por um governo totalitário? A reação dos venezuelanos, claro…
70% diz ser contra o fechamento da emissora. Motivo?
As novelas da RCTV eram as melhores.
Cada povo tem o governo que merece.
Cada governo tem o povo que merece.

Descobri uma coisa olhando as fotografias que fiz do Passeio Público.
As melhores eu não estava procurando.
Preciso ficar desatento pra fotografar.
Quando estou procurando a imagem, só sai coisa óbvia. Talvez eu seja óbvio.

Frente fria sobre frente fria. Mas o frio exagerado que prometeram não veio.

Ouvi na BandNews e decidi colocar aqui uma pequena crônica da Clarice…
Texto perfeito, contestador com cores de inocente.

Come, meu filho

– O mundo parece chato mas eu sei que não é.
– …
– Sabe por que parece chato? Porque, sempre que a gente olha, o céu está em cima, nunca está embaixo, nunca está de lado. Eu sei que o mundo é redondo porque disseram, mas só ia parecer redondo se a gente olhasse e às vezes o céu estivesse lá embaixo. Eu sei que é redondo, mas para mim é chato, mas Ronaldo só sabe que o mundo é redondo, para ele não aprece chato.
– …
– Porque eu estive em muitos países e vi que nos Estados Unidos o céu também é em cima, por isso o mundo parecia todo reto para mim. Mas Ronaldo nunca saiu do Brasil e pode pensar que só aqui é que o céu é lá em cima, que nos outros lugares é embaixo ou do lado, e ele pode pensar que o mundo só é chato no Brasil, que nos outros lugares que ele não viu vai redondando. Quando dizem para ele, é só acreditar, pra ele nada precisa parecer. Você prefere prato fundo ou prato chato?
– Chat… – raso, quer dizer.
– Eu também. No fundo, parece que cabe mais, mas é só no fundo, porque no raso cabe para os lados e a gente vê logo tudo que tem. Pepino não parece inreal?
– Irreal.
– Por que você acha?
– Se diz assim.
– Não, por que é que você acha que pepino parece inreal? Eu também. A gente olha e vê um pouco do outro lado, é cheio de desenho bem igual, é frio na boca, faz barulho de um pouco de vidro quando se mastiga. Você não acha que pepino parece inventado?
– Parece.
– Onde foi inventado feijão com arroz?
– Aqui.
– Na sorveteria Gatão o sorvete é bom porque tem gosto igual da cor. Para você carne tem gosto de carne?
– Ás vezes.
– Duvido! Só quero ver: da carne pendurada no açougue?
– Não.
– E nem da carne que a gente fala. Não tem gosto de quando você diz que carne tem vitamina.
– Não fale tanto, come.
– Mas você está olhando desse jeito para mim, mas não é para eu comer, é porque você está gostando muito de mim, adivinhei ou errei?
– Adivinhou. Come, Paulinho.
– Você só pensa nisso. Eu falei muito para você não pensar só em comida, mas você vai e não esquece.

É, Paulinho… Talvez o mundo não seja ‘chato’!

•maio 26, 2007 • Deixe um comentário

*Para ler ouvindo Country House – Blur.

Dando continuidade ao meu passeio pela Curitribo, hoje fotografei o Passeio Público e o Memorial Árabe.
Acho o Memorial Árabe uma das coisas mais lindas da cidade.
Já o Passeio, ah o Passeio. Quantas manhãs de domingo…
Ainda está lá o parquinho das crianças, a pista de patinação, o aquário, os bichos, os pedalinhos… e outros ruis, ana paulas e renatas com seus renatos e maras…

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‘Noite.